sábado, 24 de setembro de 2011

AGINDO COM INTELIGÊNCIA E SEUS OPOSTOS




Usarei os termos abreviados em letras: Agir com Inteligência: A.I., e seus Opostos: O, para ser mais clara e objetiva possível.
Desejo a todos uma boa leitura, e que mais uma vez possa servir de clareza de pensamentos e sentimentos.....
O. Teimar, insistir com seu ponto de vista. Fazer-se ouvir a qualquer custo.
A.I. Aceitar as diferenças do outro, entender que existem: a sua opinião, a opinião do outro, e a errada... e respeitar estas diferenças.

O. Ficar com raiva, sentir-se com raiva e nada fazer.
A.I. Todo sentimento negativo, possui seu lado bom, se você souber aproveita-lo. A raiva bem direcionada e ‘equilibrada’ torna-se forte aliada na realização dos objetivos. Mas é preciso saber conduzi-la. Ficar sentado, remoendo sentimentos de raiva e não fazer nada, é o mesmo que ficar usando um chapéu de burro, frustrado num canto qualquer.

O. Não tirar lições das dificuldades, acreditar que é azarado por natureza!
A.I. Nossas maiores dificuldades, as pessoas que nos são difíceis, são nossos melhores professores. Basta observar qual ponto negativo nosso que estão tentando nos mostrar, nada é por acaso.

O. Sentir pena das pessoas. A expressão ‘coitadinho’ é falsa.
A.I. Ter compaixão é se colocar no outro, sem julgar-se superior ou inferior. É ser humilde e reconhecer a dificuldade do outro, sem se envolver. Pena, é estar dizendo ‘inconscientemente’
: levante-se fracassado, vai a luta! Por quê? Porque só sentimos pena de alguém quando este alguém está abaixo de nós. Quando este consegue se erguer, dizemos: agora ele não precisa mais de mim, etc... isto é egoísmo e não é verdadeiro.

O. Digo o que penso, doa a quem doer. Sou uma pessoa sincera, aberta e não mando recados.
A.I. Sinceridade é confundida com grosseria, por muitos. Falta de educação. É preciso dizer sim, o que se pensa, o que se sente, mas isso inclui delicadeza, respeito pelo outro. Mesmo porque, cada um dá o que tem.

O. Apaixonar-se, perdidamente, entregar-se de corpo e alma para alguém.
A.I. Ser apaixonado pela própria vida, antes de se apaixonar por alguém, assim, não corre riscos de se iludir. Pois toda paixão é uma projeção momentânea. Quando esta passa, nos perguntamos: o que vi naquilo? Projetamos nossa carência momentânea, eis nosso erro.

O. Amar loucamente alguém, sem medir seus próprios desejos, sem consultar a si mesmo, passando por cima dos próprios sentimentos para agradar o outro.
A.I. Este tipo de amor é apego. O verdadeiro amor começa em nós, para depois poder amar alguém verdadeiramente. O amor é nobre, é puro, é companheiro, é delicado. Ele é mais livre do que a própria liberdade em si. E pelo fato de ser livre é que sempre volta. E quando um amor com apego, que julga ser amor sincero, percebe-se que este amor, na verdade nunca existiu. O verdadeiro amor não se acaba. Ele progride e se torna eterno.

O. Viver em conflito interno. Nunca saber onde quer chegar. Estar sempre em guerra com si mesmo. Insatisfação.
A.I. Procurar conhecer melhor a si mesmo. Buscar em seu interior as respostas para suas dúvidas. Elas estarão sempre, sempre em você. E com isso, tornar-se uma pessoa leve, agradável para si mesmo e para os outros.

O. Agir só com o coração ou só com a razão.
A.I. É preciso ter equilíbrio, sempre. Razão em excesso causa indiferença. Emoção demasiada traz decepções. É preciso equilibrar as ações e atitudes, usando a balança de ambos para manter o equilíbrio interno.

O. Esperar! Esperar! E esperar! Por algo que caia do céu. Por soluções que nunca vem. Por situações que nunca mudam.
A.I. Ação! Ação! E mais ação. Acreditar que você é capaz, unido com as Forças do Universo, de resolver as situações pendentes em sua vida. Acreditar em si mesmo! Ter a consciência que por mais problemas que se tenha: o sol não pára de brilhar – as flores não param de perfumar – o ciclo da vida continua. Independente de sua situação. O Universo não irá mudar ou parar a seu favor. O ciclo continua, a vida continua. Ele não espera por você. Portanto: AÇÃO.

O. Primeiro os outros. Faço tudo pelos outros. Dedico minha vida ajudando os outros. Será mesmo???
A.I. Ajudar os outros sem prévio aviso é interferir na vida do outro. Isto não é certo, nem justo. Primeiro eu! Por quê? Porque se eu estiver bem, minhas energias serão positivas, serão protetoras e naturalmente todos se sentirão envolvidos com o amor, com o Universo, comigo. Estar presente, em si mesmo, para muitos é um tanto complicado. Quando na verdade é o mais importante para se viver bem e ajudar realmente quando sua ajuda for solicitada.

Egoísmo? Não! Realismo! Mesmo que muitos não aceitem, não admitam estas verdades acima citadas, a Vida irá dar um jeitinho todo especial de mostrar pessoalmente a cada um, como tudo funciona.
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Um grande abraço.
Um beijo no coração de todos.
Muito obrigada.

Gênice.